http://dre.pt/sug/2s/getpartes.asp?s=dia&p=c&dr=146.2014
São mais de 600,,,,,,,,
"As promoções contribuirão para o funcionamento da cadeia hierárquica e para o desenvolvimento normal das carreiras do efectivo policial , nem como para a elevação do nível motivacional indispensável para o cumprimento da missão"
Debate de temas sobre a Policia Judiciária, investigação criminal, prática judiciária e temas de direito. Se quiser enviar artigos: invescriminal@gmail.com
quinta-feira, 31 de julho de 2014
sexta-feira, 25 de julho de 2014
terça-feira, 15 de julho de 2014
quinta-feira, 3 de julho de 2014
LOIC ou oportunidade? Os furtos não investigam eles.....
Lisboa PSP detém dois assaltantes que fingiam ser polícias Dois homens, entre os 30 e os 35 anos, andavam há seis meses a usar um falso crachá da polícia para forçar a entrada na casa de traficantes de droga do bairro da Boavista. 02 de Julho 2014, 19h46Nº de votos (0) Comentários (3) A PSP de Lisboa deteve nos dias 25 e 30 de junho, no Bairro da Boavista, dois homens que se faziam passar por polícias, por roubo em residência com recurso a arma de fogo, foi esta quarta-feira anunciado. De acordo com um comunicado divulgado pela PSP, os dois detidos "que se faziam passar por polícias, utilizando coletes e crachás com a palavra polícia e exibindo uma arma de fogo", surpreenderam uma pessoa à porta de casa, tendo-lhe roubado as chaves da sua habitação. Já no interior da residência e na presença de uma segunda vítima, os suspeitos levaram a quantia aproximada de 7500 euros, tendo depois fugido numa viatura de alta cilindrada, refere a nota. A PSP, além de deter os dois suspeitos, apreendeu a viatura e 2750 euros em dinheiro. Os dois detidos, que são suspeitos da prática de outros crimes da mesma natureza, já têm antecedentes criminais por homicídio tentado e tráfico de droga, "sendo que um deles exerce funções de segurança privada". Depois de terem sido presentes ao Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa, os detidos ficaram em prisão preventiva.
Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/ultima-hora/psp-detem-dois-assaltantes-que-fingiam-ser-policias
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quarta-feira, 2 de julho de 2014
Uma mentira dita muitas vezes torna-se verdade?

Factos e números
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Temos trazido a público situações que se prendem com as condições de trabalho dos polícias, não só ao nível das instalações, mas também de equipamentos.
Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/opiniao/paulo-rodrigues/a-vida-em-primeiro
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Nos últimos dias, vieram a público notícias que indiciam actos de gestão danosa por parte de pessoas nomeadas para cargos fundamentais ao normal funcionamento de setores sensíveis como a segurança interna. É fundamental, e deveria ser evidente, que aqueles que têm responsabilidades nos destinos do país assumam as funções que lhes dizem respeito com o respeito que os cidadãos e o estado de direito democrático merecem. É uma questão de bom senso, que tantas vezes é pedido aos setores profissionais quando se manifestam. A quantidade de agentes políticos suspeitos e condenados por crimes que lesam o Estado mina a confiança no sistema democrático, tendo em conta a avalanche de casos que vão sendo do nosso conhecimento. A justiça tem de ser particularmente exemplar também neste tipo de situações. Não é admissível que agentes políticos que dirigem ou dirigiram a vida de todo um país não tenham a dignidade e a seriedade que se exige a todos os cidadãos, ainda mais quando a eles é entregue a responsabilidade de zelar pelo bem comum.
Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/opiniao/paulo-rodrigues/defender-principios
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Nos últimos dias, vieram a público notícias que indiciam actos de gestão danosa por parte de pessoas nomeadas para cargos fundamentais ao normal funcionamento de setores sensíveis como a segurança interna. É fundamental, e deveria ser evidente, que aqueles que têm responsabilidades nos destinos do país assumam as funções que lhes dizem respeito com o respeito que os cidadãos e o estado de direito democrático merecem. É uma questão de bom senso, que tantas vezes é pedido aos setores profissionais quando se manifestam. A quantidade de agentes políticos suspeitos e condenados por crimes que lesam o Estado mina a confiança no sistema democrático, tendo em conta a avalanche de casos que vão sendo do nosso conhecimento. A justiça tem de ser particularmente exemplar também neste tipo de situações. Não é admissível que agentes políticos que dirigem ou dirigiram a vida de todo um país não tenham a dignidade e a seriedade que se exige a todos os cidadãos, ainda mais quando a eles é entregue a responsabilidade de zelar pelo bem comum.
Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/opiniao/paulo-rodrigues/defender-principios
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Diz a ministra da Justiça que há polícias a mais a fazer escutas. Este raciocínio é no mínimo estranho, já que quem decide as escutas é o Ministério Público. Talvez a coragem da ministra, fugindo às pressões internas e à simpatia que pretende granjear nos que dependem do seu ministério, se tivesse revelado e se referisse, isso sim, à quantidade de polícias e não de escutas.
A questão que realmente se deve levantar e analisar é a quantidade de escutas que são realizadas e, dessas, as que chegam a julgamento. No que toca ao trabalho da PSP, é visível e está devidamente plasmado no último RASI.
A taxa de execução de processos-crime que decorreram após investigação da PSP com recurso a interceções telefónicas ultrapassou os 90% de acusações por parte do Ministério Público. Dados bem demonstrativos da capacidade e empenho destes profissionais e que desmontam o frágil argumento da ministra. Seria importante a ministra analisar os dados objetivos e refletir sobre o resultado do trabalho dos serviços que dependem do seu ministério. Talvez o discurso fosse outro
Paulo Rodrigues, Presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia
terça-feira, 10 de junho de 2014
E as polícias de terceira? As que não foram excecionadas da LGTFP?
A notícia de atribuição de novo fardamento para a Polícia de Segurança Pública (PSP) é uma boa notícia - muito embora - dado o contexto atual, possa parecer exagerada e até mesmo despropositada.
Importa - contudo - fazer justiça à atual equipa do Ministério da Administração Interna (MAI) por ter tido a oportunidade (e até mesmo a coragem) de assumir semelhante investimento, num momento de crise e de cortes orçamentais profundos e penosos. Além disso - e ainda melhor - este parece ser um contributo para que também a Guarda Nacional Republicana (GNR) sinta que existe um tratamento igualitário nas polícias, não havendo - pois - lugar para polícias de "primeira" e polícias de "segunda". Na verdade, desde os tempos idos da governação do Partido Socialista (PS) de António Guterres que se deu início a uma confusão de funções e de atribuições entre a PSP e a GNR, a qual perdura até aos dias de hoje. Tem sido absolutamente lamentável observar como os diversos responsáveis pelas pastas no MAI (incluindo o putativo candidato a líder do PS, António Costa) têm vindo a fazer quase nada para clarificar o papel, no chamado Sistema Dual de Segurança Interna, das duas Grandes Polícias, subsistindo até mesmo equívocos funcionais e de missão. Equívocos que - verdade seja dita - só não pioram a atuação diária dos agentes da PSP e dos militares da GNR porque o seu profissionalismo se sobrepõe a essas querelas, às quais agora se juntam os problemas com o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF).
Qualquer sinal de investimento e de modernidade é pois de saudar e, naturalmente, é bem-vindo. Não se tratando - como afirmou o ministro Miguel Macedo na Assembleia da República - de mais um "capricho", espera-se que este seja agora o início de um novo ciclo na PSP e na GNR. Depois dos escândalos no MAI, das demissões na PSP, do mal-estar na GNR, das indecisões no SEF e das enormes dificuldades financeiras por que passam as nossas Forças de Segurança, seria bom que se tomassem algumas decisões positivas. E que - de uma vez por todas - se deixassem as alterações meramente estéticas feitas ao sabor das conjunturas e das circunstâncias do momento. Com os atuais políticos será - bem sei - talvez pedir de mais, mas o povo português mostrou recentemente que quer ver os políticos e as políticas públicas a mudar. Aguardemos.http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=3942155&seccao=Paulo%20Pereira%20de%20Almeida&tag=Opini%E3o%20-%20Em%20Foco
domingo, 8 de junho de 2014
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